Os jornais já haviam percebido a importância do lançamento iminente e noticiavam. Manchete do Diário de São Paulo, da rede Associados:
"Deve ser lançada até o fim do ano a primeira série de automóveis de fabricação nacional".
No dia 30 de junho de 1956, um dia após o aniversário de Emílio Romi e apenas um ano após a assinatura do contrato com a Iso, Emílio; os filhos Giordano, Alvares, Romeu; e Carlos Chiti, receberam nas instalações fabris em Santa Bárbara d'Oeste uma equipe de TV que transmitiu ao vivo - ainda não existia no Brasil o VT - o momento histórico em que o primeiro exemplar do Romi-Isetta foi exibido ao País. As câmeras mostraram, ainda, o carro número um circulando pelo pavilhão fabril, mostrando a realidade que já era a indústria brasileira de automóveis; Naquele momento, estava lançado o carro brasileiro.












