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Cerca de 50 alunos do Projeto Judô Socioeducativo da Estação Cultural trocarão de faixa nesta quarta-feira, 05 de dezembro.



Sensei César Ferreira e alunos do projeto Judô Socioeducativo

Desde 2018 a Fundação Romi realiza em parceira com a Associação Paulo Alvim de Judô de Atibaia (APAJA), na Estação Cultural, o projeto Judô Socioeducativo. Para celebrar o sétimo ano do projeto será realizado Bonenkai, uma tradição japonesa realizada em dezembro, como despedida do ano velho, junto à graduação e troca de faixa. Durante o evento cerca de 50 judocas, crianças e adolescentes, receberão a nova graduação que marca seu desempenho em 2018. A festividade será dia 05 de dezembro, quarta-feira, a partir das 19h, no Armazém da Estação Cultural da Fundação Romi.

Iniciado em 2012, o projeto, que já recebeu mais de 1000 (mil) crianças ao longo de sua vigência, é gratuito e voltado para crianças e adolescentes a partir dos cinco anos, sobretudo, estudantes da rede pública de ensino no contraturno de suas atividades escolares. As aulas de judô promovem a inclusão social e a aquisição de componentes morais e éticos, indispensáveis para o desenvolvimento harmonioso de caráter do cidadão, e reduz a situação de risco e vulnerabilidade social.

Para professora responsável pelo projeto e educadora física, Sensei (mestre em japonês) Angélica da Silva, que é judoca faixa preta, o esporte é hoje uma profissão promissora e com reais perspectivas de crescimento no Brasil e no exterior. “Leva as crianças a mais uma oportunidade para se inserir na nossa sociedade, também desperta o interesse pela prática desportiva, hábito que quando adquirido nesta faixa etária acompanha o individuo por toda a vida”, comenta.

Já o Sensei César Ferreira, que iniciou no esporte através do projeto realizado pela APAJA em Atibaia, a conquista da faixa é importante, visto que o próprio realizou o seu sonho de ter a faixa preta esse ano. “Cada cor da faixa simboliza o ciclo de aprendizagem. No Brasil segue-se a seguinte ordem de cores: branca, cinza, azul, amarela, laranja, verde, roxa, marrom e preta”, explica Ferreira. “Hoje sou faixa preta, licenciado em Educação Física e cursando bacharelado. Sou muito grato ao Judô por toda oportunidade que tive, e também aos meus alunos, da Estação Cultural, por toda confiança”, conta o Sensei.

O objetivo do Judô Socioeducativo é o desenvolvimento do serviço de convivência e o fortalecimento de vínculos para crianças e adolescentes do município, e a oficina acontece toda quarta-feira e sexta-feira no Armazém da Estação Cultural, nos períodos da manhã e tarde, no contraturno escolar. Nas aulas são usados materiais didáticos de apoio pedagógico que ajudam no melhor resultado do trabalho aplicado, principalmente nas atividades lúdicas que visam o desenvolvimento da coordenação motora.

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